Descrição
Entre as consequências do Tratado de Versalhes estava uma severa limitação à construção naval alemã. A navegação ligeira contornou estas limitações, pelo que o desenvolvimento dos torpedeiros a motor começou já no final da década de 1920, com um desenho baseado num iate civil, mas adaptado para o transporte de dois torpedos: era o S-1. A evolução continuou até atingir, nos modelos mais avançados, 35m de comprimento e 100 toneladas: o armamento secundário também foi aumentado progressivamente. A construção foi mista, com vigas de alumínio e tábuas de madeira. Com a série S-100 surgiu a característica casa blindada, que se tornou uma necessidade devido ao fortalecimento da superioridade aérea aliada e à intensificação dos ataques aéreos a baixa altitude. A principal utilização foi em ataques à navegação aliada nas águas costeiras em torno das Ilhas Britânicas, mas não faltaram operações no Mediterrâneo e no Mar Negro: em qualquer caso, estas eram atividades principalmente noturnas. A partir de 1943, com a destruição ou imobilização de todas as unidades principais da Kriegsmarine, estes torpedeiros a motor permaneceram entre as poucas unidades de superfície capazes de operar: o que os expôs a cenários cada vez mais complexos, resultando em graves perdas.
























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